Declaração do BRICS define posição sobre conflitos no Oriente Médio
Entre diversos pontos, o documento insta à convocação emergencial de uma conferência para o estabelecimento de uma zona livre de armas nucleares e outras armas de destruição em massa no Oriente Médio.'' O presidente Vladimir Putin lembrou o papel dos governos da Rússia e da China no bloqueio de uma resolução do Conselho de Segurança que permitisse uma intervenção militar em território sírio, assim como a sua mediação no acordo que possibilitou a eliminação das armas químicas da Síria.'' Na cédula , o Brics condena o terrorista, reconhece as medidas práticas tomados pelos componentes sírias para a implementação de acordos locais, saúda o acordo do país com a eliminação das armas químicas que insistam a “visão de que não há solução militar para o conflito”, designando “a necessidade de evitar a sua maior militarização” e a urgência da reconciliação nacional. "Clamamos todas as partes a se arriscar imediatamente com um completo cessar-fogo, deter a violência e permitir e facilitar acesso imediato, SEGURO, pleno e irrestrito para as organizações e agências humanitárias, em conformidade com a resolução 2139 do Conselho de Segurança da ONU,” afirma o texto. No Iraque, o Brics garantiu um ótimo acordo ao governo ''em seus esforços para superar a crise, preservar a soberania nacional e a integridade territorial” e afirmou: “Estamos preocupados com os efeitos do alastramento da instabilidade no Iraque resultantes das crescentes atividades terroristas na região, e instamos todas as partes a enfrentar a ameaça terrorista de maneira consistente.”
No documento também faz referência à necessidade de combate ao terrorismo no Afeganistão, de assistência abrangente para a reconstrução e recuperação econômica do país e de “um processo de paz amplo e inclusivo no Afeganistão que seja liderado e apropriado pelos afegãos,” saudando a realização de eleições no país da Ásia Central e instando a ONU a tomar parte direta nos esforços de estabilização.Leia a íntegra da Declaração de Fortaleza:''https://pt.scribd.com/doc/234240147/Brics-Declaracao-de-Fortaleza''
Grupo Brics ressalta urgência de uma reforma da ONU em documento
No documento também faz referência à necessidade de combate ao terrorismo no Afeganistão, de assistência abrangente para a reconstrução e recuperação econômica do país e de “um processo de paz amplo e inclusivo no Afeganistão que seja liderado e apropriado pelos afegãos,” saudando a realização de eleições no país da Ásia Central e instando a ONU a tomar parte direta nos esforços de estabilização.Leia a íntegra da Declaração de Fortaleza:''https://pt.scribd.com/doc/234240147/Brics-Declaracao-de-Fortaleza''
Grupo Brics ressalta urgência de uma reforma da ONU em documento
“Acreditamos que o Brics é uma importante força para mudanças e reformas incrementais das atuais instituições em direção à governança mais representativa e equitativa," afirma o documento. Os chefes de Estado e Governo do Brics, reunidos em Fortaleza (CE), na quarta (15), e em Brasília, na quinta-feira (16), afirmaram prioridade à diplomacia para a solução de conflitos e a convergência sobre a urgente reforma do sistema internacional, especialmente do Conselho de Segurança das Nações Unidas. As posições são definidas na Declaração de Fortaleza. A declaração foi divulgada no primeiro dia da 6ª Cúpula do Brasil, Rússia, Índia, CHINA e África do Sul (Brics). Reforma estrutural e abrangenteA concepção da Organização das Nações Unidas (ONU) ocorreu no que críticos classificam de um “oligopólio pós-guerra”, em 1945. “Desde a sua criação, o Brics se guia pelos objetivos abrangentes de paz, segurança, desenvolvimento e cooperação. Nesse novo ciclo, conquanto nos mantenhamos comprometidos com esses objetivos, comprometemo-nos a aprofundar nossa parceria com visão renovada, com base na abertura, inclusão e cooperação mutuamente benéfica,” afirma o documento de 72 pontos. ''
É de suma importância pensarmos o papel dos BRICS nessa questão. Não é uma questão puramente de interesses, mas de demonstração de força no contexto internacional.
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