GUERRA DOS SEIS DIAS
No dia 5 de junho teve início a ofensiva que duraria seis dias. Israel iniciou com um ataque preventivo, que não visava a intenção de matar nenhum inimigo, apenas de destruir a capacidade aérea dos países árabes. Em praticamente três horas cerca de 319 aviões do Egito estavam destruídos, a maioria deles nem havia decolado ainda, enquanto isso os israelenses perderam apenas 19 aviões.
Obtendo essa vantagem numérica, no que dizia respeito ao arsenal, as tropas israelenses conseguiram ocupar a Faixa de Gaza por terra, e ainda chegar ao
Sinai. De maneira incrível, as tropas de Israel conseguiram romper as defesas
árabes tanto pelo norte quanto pelo sul, e ainda cessaram o esforço militar que
mantinha unido os palestinos e os egípcios, na Faixa de Gaza. No
segundo dia, as tropas jordanianas iniciaram um bombardeio as cidades de
Israel, principalmente Jerusalém, como reação, os hebreus tomaram posições próximas a Belém e ao
sul de Ramallah, além de decidirem bombardear Amman e Mafraq.
Com o controle no céu, em apenas 24 horas Israel já havia tomado posse de grande parte das cidades dos jordanos.
No dia 7 de junho, o terceiro da guerra, Israel já havia conseguido anexar toda a Jerusalém e a Cisjordânia, reunificando a cidade.
Agindo sob pressão americana, a ONU decidiu iniciar um processo de negociação, apelando para que os países árabes envolvidos repensassem a guerra em questão. Haviam ocorrido muitas perdas, e ainda existia o risco de outros países mulçumanos entrarem no conflito, que poderia se tornar incontrolável e catastrófico. Essa intervenção conseguiu um cessar fogo entre a Jordânia e Israel, que entrou em vigar no mesmo dia. Já era óbvio que a guerra deveria durar apenas poucos dias, pois a ONU já havia feito seu apelo e agora quem quisesse sair vitorioso deveria correr contra o tempo para conseguir os domínios dos territórios tão desejados.
A guerra se estendeu até o dia 10 de junho, com Israel controlando toda a península do Sinai, Cisjordânia, que incluía toda a cidade de Jerusalém, a Faixa de Gaza, e as Colinas de Golã, na Síria. Isso significava que agora Israel possuía um território quatro vezes maior que o seu, com um total de 1,5 milhões de pessoas.

Soldados israelenses celebrando a vitória na guerra dos Seis Dias.
No dia 5 de junho teve início a ofensiva que duraria seis dias. Israel iniciou com um ataque preventivo, que não visava a intenção de matar nenhum inimigo, apenas de destruir a capacidade aérea dos países árabes. Em praticamente três horas cerca de 319 aviões do Egito estavam destruídos, a maioria deles nem havia decolado ainda, enquanto isso os israelenses perderam apenas 19 aviões.
Obtendo essa vantagem numérica, no que dizia respeito ao arsenal, as tropas israelenses conseguiram ocupar a Faixa de Gaza
Com o controle no céu, em apenas 24 horas Israel já havia tomado posse de grande parte das cidades dos jordanos.
No dia 7 de junho, o terceiro da guerra, Israel já havia conseguido anexar toda a Jerusalém e a Cisjordânia, reunificando a cidade.
Agindo sob pressão americana, a ONU decidiu iniciar um processo de negociação, apelando para que os países árabes envolvidos repensassem a guerra em questão. Haviam ocorrido muitas perdas, e ainda existia o risco de outros países mulçumanos entrarem no conflito, que poderia se tornar incontrolável e catastrófico. Essa intervenção conseguiu um cessar fogo entre a Jordânia e Israel, que entrou em vigar no mesmo dia. Já era óbvio que a guerra deveria durar apenas poucos dias, pois a ONU já havia feito seu apelo e agora quem quisesse sair vitorioso deveria correr contra o tempo para conseguir os domínios dos territórios tão desejados.
A guerra se estendeu até o dia 10 de junho, com Israel controlando toda a península do Sinai, Cisjordânia, que incluía toda a cidade de Jerusalém, a Faixa de Gaza, e as Colinas de Golã, na Síria. Isso significava que agora Israel possuía um território quatro vezes maior que o seu, com um total de 1,5 milhões de pessoas.

Soldados israelenses celebrando a vitória na guerra dos Seis Dias.
A Guerra dos seis dias foi um conflito relâmpago que aconteceu entre Israel e
os países árabes Egito, Jordânia e Síria, que contavam com o apoio do Iraque,
Kuwait, Arábia Saudita, Argélia e Sudão. Ocorreu
entre 05 e 10 de junho de 1967.
Período da
Guerra de Seis Dias
Terras
por paz
Por outro lado, a guerra teve o efeito de
tolerância (mas nunca aceitação) do Estado de Israel, e levou a uma proposta de
paz árabe. De certo modo, a guerra deu a Israel algo para oferecer em troca da
paz.
A devolução dos territórios ocupados na guerra dos
Seis Dias sempre se mostrou complicada. A península do Sinai foi devolvida ao
Egito em 1979, resultado de uma inédita oferta de paz do sucessor de Nasser,
Anwar Sadat. Infelizmente, isso selou o destino de Sadat, morto por extremistas
islâmicos em 1982. A questão das colinas de Golã, aparentemente, ainda se arrastará por anos, devido à corrente guerra civil na
Síria e os entraves que Israel cria para a devolução da área.
Já os territórios de Gaza e Cisjordânia são alvo de
complicadíssimos arranjos entre israelenses e representantes da autoridade
palestina, que pretendem administrá-los e neles erigir o futuro estado
palestino. Para Israel, a manutenção dos territórios representa, sem dúvida,
mais uma ameaça do que uma vantagem.
Consequências da Guerra:
ü Os
estados árabes perderam mais da metade de seu equipamento militar;
ü Israel
perdeu cerca de 766 homens, enquanto os árabes perderam cerca de 18.000;
ü O
presidente do Egito, Nasser, renunciou ao cargo devido a derrota;
ü O
mundo islâmico ficou com aversão ao estado israelita;
ü Aumentou
o número de refugiados da Jordânia.
A rápida vitória de Israel concedeu o domínio de várias
regiões importantes. Entre os territórios mais importantes, destacamos a Faixa
de Gaza, as Colinas de Golã, a Península do Sinai e a porção oriental da cidade
de Jerusalém. Com isso, Jerusalém deixou de ser uma capital dividida entre
judeus e árabes. Além disso, na porção da Faixa de Gaza, os israelenses
começaram a montar assentamentos agrícolas em territórios que tinham vasta
maioria de população palestina. Dificilmente
será encontrado registro na história militar, uma vitória tão grande e que foi
conquistada em tão pouco tempo onde em apenas quatro dias um amplo exército é
derrotado.

Duvido muito que não tivessem intenção de matar. É uma guerra motivada por ódios dos dois lados. Mas concordo que esse ataque foi planejado com a intenção tática.
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