Constantemente acompanhamos as terríveis e sangrentas guerras ocorridas
em todo Oriente Médio. Porém, hoje, daremos ênfase a uma das Cidades mais
importantes para o mundo religioso: Jerusalém. Disputada por árabes, judeus e
cristãos seguidores de Deus, Jeová e Alá. Homens, mulheres e crianças,
envolvidas até o último fio de cabelo em uma guerra sem fim. Baseiam-se em seus
livros sagrados e em seus supostos “deuses” que tem se realmente forem reais,
estão devastando uma grande parte do mundo.
Judeus,
filhos de Jeová. Tem como manual de vida, a Torá. Para quem não sabe, são os
cincos primeiros livros da Bíblia, conhecido também como o Pentateuco. Árabes,
cumpridores das leis do Alcorão, o livro sagrado a todo o adepto da religião
islâmica. Segundo a tradição, é o registro das palavras exatas reveladas por
Alá por intermédio do anjo Gabriel a Maomé que o memorizou e ditou aos seus
companheiros. E por fim, cristãos. Filhos de Deus e seguidores de Cristo, que
tem a Bíblia como seu livro Sagrado.
Se formos
desmiuçar a cada religião de uma forma bem particular, iremos encontrar
semelhanças bastante importantes. Aparentemente, as três pregam paz e bondade,
e creem em um Deus, que os salvará de todo o mau, entretanto, eles terão que O obedecer e seguir seus respectivos legados. Porém como pode homens dispostos a agir
igualmente a seus líderes espirituais se transfigurarem em verdadeiros sádicos,
que anseiam por sangue SANTO? Eles mesmos se tornam a vergonha do Evangelho, ou
do Islã. Já que pregam uma verdade e vivem outra. Aonde foi parar a parábola
Cristã, do bom testemunho? Ou o segundo maior mandamento da Bíblia, “Amarás o
teu próximo como a ti mesmo?” Será que essas páginas foram arrancadas?
NÃO. A
verdade, é que religião não pode salvar ninguém, e que ela mesma destrói os
homens. Sangue anda jorrando na cidade Santa, que posteriormente, se tornará
cidade Sangrenta. Crianças sendo mortas a todo instante, torturadas, estupradas
e a troco de que? Mulheres sendo sequestradas e abusadas por conta de uma
religião, que exige uma cidade? Deveriam eles fazer o uso de suas escrituras
que nos afirma que “Vós sois templos do Espírito Santo”. Se o terceiro membro
da trindade está em nós, será que é mesmo necessário correr atrás de espaços
físicos que massageiem nosso ego? A religião não é algo a ser discutida, até
pelo fato de que a fé de cada um que poderá torná-la real ou não. Mais uma única coisa espero que fique bem
claro a todos aqueles que tiveram a ousadia de tirar vidas em nome de sua religião,
a fé é sim, manifesta através de obras. E sinto muito em informa-lhes que a sua
está simplesmente morta. Enquanto a religião for mais importante do que o
caráter, sempre, haverá guerras. E a dúvida perdurará, Jerusalém continuará
escrevendo sua história com sangue inocente?



Nem santa, nem sangrenta... eu diria ensanguentada.
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